Política / Partidos
Reinaldo Azambuja avisa Capitão Contar e Valdemar Costa Neto que não há candidatura garantida ao Senado dentro do grupo
Presidente estadual do PL reforça que escolha será feita com base em pesquisas e na viabilidade eleitoral para fortalecer a reeleição de Eduardo Riedel
07/11/2025
11:15
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
O presidente estadual do Partido Liberal (PL) em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, afirmou nesta semana que nenhum nome tem vaga garantida na disputa ao Senado Federal em 2026. A declaração foi feita após reuniões com o Capitão Contar (PRTB) e com o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, para tratar de possíveis alianças e estratégias eleitorais.
O encontro com Capitão Contar ocorreu em Campo Grande, onde o ex-governador tratou da possibilidade de o militar se filiar ao PL. Segundo Reinaldo, o diálogo foi produtivo, mas ele deixou claro que a definição da candidatura dependerá de pesquisas eleitorais e de viabilidade política dentro do grupo.
“O Contar esteve comigo, conversando sobre a possibilidade de um grupo unido contra um adversário comum. Ele é bem-vindo, mas todos passarão por pesquisas. Não há candidato garantido”, afirmou Azambuja.
Contar deve se reunir com Valdemar da Costa Neto no próximo dia 12 de novembro, em Brasília, para discutir uma eventual filiação à sigla.
Reinaldo destacou que o grupo tem vários nomes em avaliação para a disputa ao Senado, tanto dentro do PL quanto em partidos aliados:
Gianni Nogueira e Marcos Pollon (PL);
Gerson Claro (PP);
Nelsinho Trad e Jaime Verruck (PSD).
“A decisão será tomada com base na viabilidade dentro do grupo. Temos que respeitar todas as pré-candidaturas e avaliar quem tem mais condições de fortalecer o projeto de reeleição do governador Riedel”, explicou Azambuja.
O ex-governador relatou que tratou do mesmo tema com o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, reforçando que o partido fará uma avaliação técnica e estratégica antes de qualquer definição.
“Conversamos sobre isso com Valdemar. Ninguém tem vaga garantida, nem eu. Todos passaremos pelo crivo da viabilidade. A prioridade é formar a chapa mais competitiva e que fortaleça a reeleição do Riedel”, concluiu Reinaldo.
A disputa pelo Senado em 2026 deve mobilizar os principais grupos políticos de Mato Grosso do Sul, especialmente dentro da base de apoio do governador Eduardo Riedel (PSDB). O PL busca ampliar seu espaço no Estado e atrair nomes de peso da direita, enquanto outros partidos aliados, como PP e PSD, também articulam candidaturas próprias.
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