Política / Meio Ambiente
Tiago Botelho representa Centro-Oeste em câmara técnica ambiental federal em Manaus
Superintendente da SPU/MS defende políticas que conciliem preservação ambiental, inclusão social e uso sustentável do patrimônio da União
05/09/2025
08:30
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
Manaus sediou nesta semana a câmara técnica ambiental da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), encontro preparatório para a Conferência das Partes (COP) que reuniu representantes de todas as regiões do país. O objetivo foi discutir práticas sustentáveis para utilização dos imóveis da União, com foco em gestão democrática, inclusão social e preservação ambiental.
A câmara técnica está elaborando uma política nacional de utilização sustentável dos bens da União, prevista para ser lançada em breve. A expectativa é de que a iniciativa traga impactos positivos para a forma como imóveis públicos são destinados, equilibrando desenvolvimento, função social e conservação ambiental.
O superintendente da SPU em Mato Grosso do Sul, Tiago Botelho, representou o Centro-Oeste no encontro. Ele apresentou experiências da região que buscam alinhar o uso de imóveis da União com a proteção ambiental.
Um dos destaques foi o Programa Imóvel da Gente, que transforma áreas subutilizadas em instrumentos de preservação e desenvolvimento sustentável.
“O Imóvel da Gente mostra que é possível alinhar inclusão social, regularização fundiária e proteção ambiental em uma mesma política pública”, destacou Botelho.
Segundo Botelho, a participação na câmara técnica é uma oportunidade para dar visibilidade às práticas já implementadas no Mato Grosso do Sul e contribuir para estratégias nacionais.
“Estamos avançando em políticas que democratizam o acesso ao patrimônio da União, garantindo que esses imóveis cumpram sua função social sem abrir mão da preservação ambiental”, afirmou.
O superintendente ressaltou ainda o papel estratégico da SPU/MS na proteção de três importantes biomas brasileiros: Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica.
“Nosso compromisso é fortalecer a proteção desses patrimônios naturais do Brasil e do mundo, colocando-os no centro das políticas públicas”, disse.
Para Botelho, a articulação com representantes de outras regiões amplia a construção de soluções conjuntas.
“A SPU tem um papel fundamental para mostrar que é possível conciliar desenvolvimento, uso racional do patrimônio e sustentabilidade. O Centro-Oeste tem muito a contribuir nesse debate”, concluiu.
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