Ciência & Sociedade
Em defesa da verdade e da ciência livre: Dakila Pesquisas rebate ataques e reafirma independência científica
Instituição nega uso de verbas públicas e acusa campanha de desinformação envolvendo acordo com o Governo de São Paulo
07/11/2025
16:30
DA REDAÇÃO
©REPRODUÇÃO
A Associação Dakila Pesquisas divulgou nesta sexta-feira (7) uma nota pública em defesa de seu trabalho científico e em repúdio a reportagens publicadas pelo site The Intercept Brasil e pelo portal A Nova Democracia. A instituição afirma que tem sido alvo de uma campanha difamatória baseada em distorções e inverdades, com o objetivo de gerar desgaste político em torno do Governo do Estado de São Paulo.
“Dakila Pesquisas é uma instituição independente, íntegra e mantida integralmente com recursos próprios. Não utiliza verbas públicas, não tem vínculos partidários e não se submete a interesses eleitorais”, afirmou o comunicado assinado pelo presidente Urandir Fernandes de Oliveira.
A origem da controvérsia é um acordo de cooperação científica entre Dakila e a Secretaria de Turismo e Viagens do Governo de São Paulo, voltado à pesquisa sobre os Caminhos do Peabiru, uma antiga rota de valor histórico e arqueológico.
A entidade esclarece que arcaria integralmente com os custos do projeto, sem repasse de recursos públicos.
“O acordo é totalmente público e legítimo. O Governo de São Paulo participou apenas como parceiro institucional, para garantir que o conhecimento produzido fosse acessível à sociedade. Nenhum detalhe foi escondido”, reforça a nota.
Segundo a associação, o Intercept teria distorcido informações oficiais e criado uma narrativa de escândalo inexistente, sugerindo irregularidades onde “houve apenas cooperação científica e transparência total”.
Em resposta a críticas sobre suas linhas de pesquisa, Dakila destacou que atua em diversas áreas do conhecimento, incluindo arqueoastronomia, linguística ancestral, biotecnologia, geofísica, energias naturais, comportamento humano e ufologia científica.
A nota classificou como preconceituosa e desrespeitosa a tentativa de reduzir a entidade a uma “curiosidade folclórica ligada ao ET Bilu”.
“O estudo de fenômenos ufológicos é um campo legítimo da ciência moderna, reconhecido em vários países. A instituição não impõe crenças; investiga, experimenta e compartilha resultados”, pontuou Urandir.
Dakila também afirma manter colaborações internacionais e participar de conferências científicas nos quatro continentes, apresentando descobertas que, segundo a entidade, “despertam interesse de universidades e centros de pesquisa independentes”.
A associação acusa parte da imprensa de usar o nome de Dakila como ferramenta de ataque político, alegando que as críticas buscam “atingir o Governo de São Paulo e seu governador”.
“Os ataques contra o nosso trabalho são ataques contra a liberdade de pesquisar e contra o direito de pensar de forma independente. Transformar uma instituição séria em alvo de disputa política é uma agressão ao país e ao povo brasileiro”, diz o documento.
A entidade reafirmou que continuará atuando com ética, transparência e compromisso com o conhecimento científico, mantendo-se “inabalável diante das tentativas de difamação”.
“A ciência livre sempre prevalece sobre a mentira, e o tempo sempre revela quem fala com honestidade”, conclui a nota da Associação Dakila Pesquisas.
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