Política / Assembleia Legislativa
Pedrossian Neto cobra da Prefeitura esclarecimentos sobre repasses ao Consórcio Guaicurus
Deputado questiona atrasos no transporte coletivo e pede transparência sobre pagamentos e certidões fiscais
23/10/2025
09:30
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
O deputado estadual Pedrossian Neto (PSD) apresentou requerimento à Prefeitura de Campo Grande solicitando informações detalhadas sobre os repasses ao Consórcio Guaicurus, responsável pela operação do transporte coletivo urbano da Capital. O pedido ocorre após a paralisação parcial do serviço em 22 de outubro, motivada por atrasos no pagamento de motoristas e cobradores.
O requerimento foi protocolado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) e será encaminhado à prefeita de Campo Grande, após aprovação em plenário.
No documento, Pedrossian Neto pede que o Executivo municipal informe se os pagamentos contratuais estão em dia e, em caso de pendências, qual o valor total da dívida, discriminado por competência, natureza da obrigação, subsídios, repasses ou compensações.
O parlamentar também solicita esclarecimentos sobre as certidões fiscais do Município, indicando quais estão vencidas e quais medidas foram adotadas para regularização. Outro ponto do requerimento trata dos repasses referentes ao passe dos servidores municipais e ao passe estudantil, com detalhamento de valores, prazos e possíveis atrasos.
Pedrossian Neto destacou que a população não pode continuar sendo penalizada por falhas na gestão do transporte público.
“A Prefeitura afirma que os repasses estão em dia, mas o que vemos é a população sendo prejudicada. Trabalhadores e estudantes ficaram sem ônibus, e o sistema segue sob risco de greve. Precisamos de transparência e responsabilidade na gestão desse contrato”, afirmou o parlamentar.
Ele também reforçou que o transporte coletivo é um serviço essencial, que garante o direito de ir e vir e o acesso à educação e ao trabalho.
O Consórcio Guaicurus é responsável pela operação do sistema de transporte coletivo de Campo Grande e tem sido alvo de críticas e questionamentos sobre a qualidade do serviço e a regularidade dos pagamentos. A recente paralisação expôs novamente tensões entre a empresa e o poder público, reacendendo o debate sobre a sustentabilidade financeira do contrato e a transparência na execução dos repasses públicos.
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