Economia / Gestão Pública
Riedel anuncia decreto para cortar gastos e afirma: “São tempos de austeridade”
Governador de MS assina contingenciamento para preservar investimentos e equilíbrio fiscal sem aumento de impostos
04/08/2025
23:00
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), anunciou nesta segunda-feira (4) a assinatura de um decreto de corte de gastos com custeio da máquina pública. A medida será publicada no Diário Oficial nos próximos dias e tem como objetivo manter o equilíbrio fiscal do Estado sem a necessidade de aumentar impostos, segundo afirmou o chefe do Executivo estadual.
“Estamos atravessando um momento complicado do ponto de vista financeiro e orçamentário. Então estamos dando mais um passo nesse sentido ao assinar este decreto, para que o Mato Grosso do Sul continue com as premissas essenciais de equilíbrio fiscal e sem aumentar impostos”, declarou Riedel.
A decisão ocorre em meio a um cenário de pressão sobre as finanças estaduais e tem como meta preservar os investimentos estratégicos, especialmente em áreas como infraestrutura, saneamento, educação e logística urbana. Riedel destacou que, mesmo diante do contingenciamento, obras prioritárias serão mantidas:
“Estamos assinando um decreto para contingenciar gasto de custeio, pedindo a colaboração de todo o time, sem prejudicar os nossos serviços essenciais que atingem diretamente a população.”
O governador reafirmou o compromisso de manter os projetos estruturantes em pavimentação de bairros, reformas escolares e obras de saneamento como forma de garantir qualidade de vida e competitividade econômica.
A medida de austeridade é apresentada como uma alternativa à elevação de impostos, estratégia já descartada por Riedel. O governador reiterou que a prioridade é manter um ambiente fiscal saudável e atrativo para investimentos privados, especialmente do setor da celulose, que tem sido destaque na geração de empregos em MS.
“São tempos de austeridade, e agora temos realmente que mostrar a necessidade da austeridade como fundamental, não aumentando impostos e mantendo a capacidade de investimento”, pontuou o governador.
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