Concurso / Serviço
Governo libera nomeação de 3.147 aprovados no CNU e abre nova etapa para convocações nos órgãos federais
Autorização publicada nesta quarta contempla 36 órgãos e entidades; MGI e INSS concentram o maior número de vagas.
22/04/2026
18:00
DA REDAÇÃO
©REPRODUÇÃO
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autorizou, nesta quarta-feira (22), a nomeação de 3.147 candidatos aprovados na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2025). A autorização foi formalizada por meio da Portaria MGI nº 3.356/2026, publicada no Diário Oficial da União.
Com a medida, cada órgão ou entidade contemplado passa a ser responsável por conduzir seus próprios atos de convocação, posse e verificação documental dos aprovados. A autorização alcança cargos de níveis médio, intermediário e superior, distribuídos em 36 órgãos e entidades do Executivo federal.
O maior volume de vagas ficou com o próprio MGI, que recebeu autorização para nomear 1.250 servidores. Desse total, são 1.000 vagas para Analista Técnico-Administrativo e 250 para Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico. Na sequência aparece o INSS, com 300 vagas para Analista do Seguro Social.
Também foram contemplados órgãos como Comando da Marinha, com 140 vagas, Comando do Exército, com 131, Hospital das Forças Armadas, com 127, Into, com 94, Comando da Aeronáutica, com 90, Agência Nacional de Mineração, com 80, INCA, com 78, e Instituto Nacional de Cardiologia, com 75.
A lista inclui ainda vagas para agências reguladoras, ministérios, fundações e instituições culturais, entre elas Anac, Anatel, ANTT, Anvisa, Iphan, Fundacentro, Funarte, Fundação Biblioteca Nacional, Imprensa Nacional, Ministério da Fazenda, Ministério das Cidades e Ministério da Pesca e Aquicultura.
Segundo o portal oficial do concurso, a segunda edição do CPNU ofertou 3.652 vagas para 32 órgãos do Poder Executivo federal, distribuídas em nove blocos temáticos. As provas foram aplicadas em dois dias, com primeira fase em 5 de outubro de 2025 e segunda fase em 7 de dezembro de 2025.
O concurso registrou 761.545 inscrições, com candidatos de 4.951 cidades brasileiras, e teve aplicação presencial em 228 municípios. De acordo com os dados divulgados pelo governo, os aprovados vieram de 578 cidades, em todos os estados e no Distrito Federal.
O governo federal sustenta que o CNU foi criado para recompor o quadro de servidores em áreas estratégicas da administração pública. A política também responde à previsão de milhares de aposentadorias no serviço público federal até o fim da década e tenta acelerar a reposição de pessoal em órgãos que acumulam déficit de servidores.
Na primeira edição do concurso, segundo os dados oficiais citados em reportagens desta quarta, 48,4% dos aprovados eram mulheres e 40,5% eram pessoas negras, indígenas, quilombolas ou com deficiência, indicador que o governo usa para defender o modelo unificado como ferramenta de ampliação do acesso ao serviço público federal.
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