Saúde / Dourados
Lia Nogueira cobra reação imediata diante da crise na saúde pública de Dourados
Deputada pede ação conjunta do Estado e da Prefeitura após superlotação atingir Hospital da Vida, UPA e comprometer atendimento em toda a região sul
15/04/2026
13:45
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
A deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) cobrou providências urgentes do Governo de Mato Grosso do Sul e da Prefeitura de Dourados diante do agravamento da crise na rede pública de saúde do município. Segundo a parlamentar, a situação já compromete não apenas o atendimento local, mas também a assistência prestada a pacientes de toda a macrorregião sul do Estado.
O cenário descrito é de forte pressão sobre o sistema, com pacientes aguardando atendimento sem prazo definido, unidades superlotadas e casos graves sem encaminhamento adequado. O Hospital da Vida teria suspendido o recebimento de novos pacientes, enquanto a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) opera acima da capacidade, com doentes em observação à espera de vagas.
Diante desse quadro, Lia Nogueira acionou os dois níveis de gestão pública e defendeu uma resposta emergencial para conter o avanço da crise. Na avaliação da deputada, o problema em Dourados ultrapassa os limites do município, já que a cidade funciona como referência em saúde para mais de 30 municípios da região.
Entre as medidas sugeridas, a parlamentar defende a priorização de vagas no Hospital Regional para pacientes de Dourados, com o objetivo de aliviar a sobrecarga enfrentada pelas unidades locais. Segundo ela, a pressão sobre o sistema atingiu um nível crítico e exige reorganização imediata da rede.
Para Lia Nogueira, o colapso atual também reflete a falta de planejamento e de ampliação da estrutura pública ao longo dos anos, diante do crescimento populacional da cidade. Ela sustenta que a resposta precisa ser rápida e articulada entre Estado e município, especialmente na regulação de vagas e no suporte emergencial ao sistema.
Ao justificar o pedido, a deputada afirmou que a demora em agir pode agravar ainda mais a situação. Segundo ela, o momento exige prioridade absoluta, porque o impacto da crise recai diretamente sobre pacientes que dependem da rede pública para atendimento de urgência e continuidade de tratamento.
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