Segurança / Público
Coronel David pede ampliação de 120 vagas em curso de formação do Corpo de Bombeiros de MS
Indicação enviada ao governo estadual aponta déficit superior a 60% no efetivo e defende melhor aproveitamento das vagas já autorizadas no concurso
08/04/2026
13:45
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
O deputado estadual Coronel David (PL) encaminhou nesta quarta-feira, 8 de abril, uma indicação ao governador Eduardo Corrêa Riedel (PP) e ao comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul, Frederico Reis Pouso Salas, solicitando a ampliação em 120 vagas no curso de formação da corporação que está em andamento no Estado.
A proposta busca ampliar o número de convocados, garantir o melhor aproveitamento das vagas já autorizadas e reforçar o efetivo das forças estaduais. Segundo o parlamentar, a medida foi motivada por demanda apresentada pela ACSMPMS (Associação e Centro Social dos Militares Estaduais e Pensionistas de Mato Grosso do Sul), que aponta carência expressiva de pessoal e dificuldades na execução integral das vagas previstas no concurso público.
De acordo com os dados técnicos anexados ao pedido, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul enfrenta atualmente vacância superior a 60% em seu efetivo. Na avaliação apresentada ao governo, esse quadro compromete diretamente a capacidade operacional da corporação e afeta a prestação de serviços à população em diferentes regiões do Estado.
Outro ponto destacado na indicação é a subexecução das vagas já autorizadas. Conforme o estudo citado no documento, o modelo atualmente adotado no edital acaba impedindo o preenchimento integral das oportunidades previstas, o que gera ociosidade de vagas, devolução de recursos públicos e manutenção do déficit funcional dentro da instituição.
Ao defender a medida, Coronel David argumenta que a ampliação não representaria aumento real de despesas para o Estado, já que haveria previsão orçamentária para o provimento dessas vagas. Segundo ele, a readequação do número de convocados permitiria mais eficiência na execução dos recursos públicos, sem ultrapassar os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
A proposta agora depende de análise do Poder Executivo e do comando da corporação, que deverão avaliar a viabilidade administrativa e orçamentária da ampliação solicitada.
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