Campo Grande (MS), Quinta-feira, 03 de Abril de 2025

Política / Meio Ambiente

Governo de MS aposta em ciência e inovação para combater crise climática e conservar biodiversidade

III Jornada de Pesquisa e Tecnologias no Bioparque Pantanal reforça protagonismo do Estado em sustentabilidade e produção científica

26/03/2025

14:00

DA REDAÇÃO

©DIVULGAÇÃO

Com o tema “Conservação em Tempos de Crise Climática”, o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul deu início nesta quarta-feira (26) à III Jornada de Pesquisa e Tecnologias, evento que marca as comemorações pelos três anos de funcionamento do Bioparque Pantanal, em Campo Grande. A iniciativa reforça o papel do Estado como referência nacional em ciência, sustentabilidade e enfrentamento às mudanças climáticas.

Organizado pela gestão do Bioparque, o evento reúne pesquisadores, estudantes, instituições científicas, gestores públicos e sociedade civil para discutir soluções inovadoras e sustentáveis em prol da conservação ambiental e da transformação social.

“Unimos ciência, pesquisa e tecnologia com um objetivo claro: preservar a vida, cuidar do meio ambiente e projetar o futuro do nosso Estado”, destacou o vice-governador Barbosinha, que representou o governador Eduardo Riedel na cerimônia de abertura.

Bioparque como polo científico e educativo

A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, ressaltou que a jornada consolida o complexo como centro de produção científica e inovação ambiental.

“O Bioparque não é apenas o maior aquário de água doce do mundo, mas uma ferramenta concreta de transformação e conhecimento.”

Com 239 tanques e mais de 450 espécies aquáticas, o Bioparque abriga o Centro de Conservação de Peixes Neotropicais, responsável pela descoberta de 20 espécies inéditas para a ciência mundial e 15 inéditas no Brasil. Outro destaque é o Museu Interativo da Biodiversidade do Pantanal (MiBio), inaugurado em 2023 com investimento de R$ 19,9 milhões.

Ciência como política pública

A Jornada se alinha ao Plano Estadual MS Carbono Neutro – Proclima, que visa zerar as emissões líquidas de carbono no Estado até 2030, com base na bioeconomia, energias renováveis e políticas públicas ambientais.

“Mato Grosso do Sul é exemplo de um novo modelo de governança: responsável, sustentável e baseado na ciência”, afirmou Barbosinha.

A programação segue até sexta-feira (28) e inclui painéis temáticos, minicursos, exposições e apresentações acadêmicas, abordando temas como energia limpa, biodiversidade, inovação ambiental e enfrentamento à crise climática.

“Mais do que um aquário, o Bioparque é uma plataforma de conhecimento e futuro. Cada dado gerado, cada parceria firmada é um passo para um planeta mais equilibrado”, concluiu Maria Fernanda.


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