POLÍTICA
Após denúncias, deputado reitera pedido para retirada de fios soltos na rede elétrica
Paulo Duarte reitera pedido de retirada de cabos, fios e cordoalhas soltas na estrutura da rede elétrica
06/02/2025
13:15
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
Durante sessão plenária na Assembleia Legislativa na quarta-feira (5), o deputado estadual Paulo Duarte (PSB) apresentou indicação reiterando o pedido de adoção de ações por parte da Energisa para a retirada de cabos, fios, cordoalhas ou equipamentos que estejam ocupando a estrutura da rede elétrica de forma clandestina ou que envolvam risco de acidentes à população. O pedido também foi direcionado à Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, para que sejam realizadas ações conjuntas entre a concessionária de energia elétrica e as equipes de segurança pública.
A primeira solicitação foi feita em junho de 2024, no entanto, durante o mês de janeiro de 2025, verificou-se a ocorrência de vários acidentes nas ruas de Campo Grande envolvendo fiações soltas e motociclistas. Esses problemas ocorrem devido à desativação de serviços de telefonia, internet ou TV a cabo, cujos materiais não são recolhidos pelas empresas responsáveis, permanecendo inutilizados nos postes da rede elétrica.
De acordo com a Resolução Normativa nº 1.044 de 2022, da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a concessionária ou permissionária de serviços de energia elétrica é a detentora, administradora e controladora da infraestrutura compartilhada. Assim, o compartilhamento, a gestão e a manutenção do ativo são de responsabilidade da concessionária do serviço público.
“Com o objetivo de garantir a segurança das pessoas e veículos que transitam nas calçadas e vias públicas, apresento este pedido reiterando a solicitação de tomada de ações”, explica o deputado Paulo Duarte.
Finalizando a petição, o parlamentar reforça que a resolução da ANEEL estabelece que a concessionária de energia elétrica de Mato Grosso do Sul também é responsável pela fiscalização, tanto na implantação do compartilhamento quanto na manutenção e adequação dos serviços.
“Essa é uma situação presente em todo o estado. Como se não bastassem os fios e cabos das outras operadoras cadastradas, ainda há o problema das empresas clandestinas, que ocupam a estrutura e depois deixam os cabos soltos, prejudicando a população”, finaliza Duarte.
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