Habitação / Desenvolvimento Social
MS inicia construção de 249 casas para áreas rurais e comunidades vulneráveis com investimento de R$ 32,8 milhões
Programa Minha Casa, Minha Vida avança com foco em indígenas, assentados e ribeirinhos; Estado já soma mais de 2 mil moradias contratadas
15/07/2025
22:00
DA REDAÇÃO
©REPRODUÇÃO
Foi formalizada nesta segunda-feira (14), em Campo Grande, a contratação de 249 novas unidades habitacionais em seis municípios de Mato Grosso do Sul por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), nas modalidades Rural e Entidades. O investimento total é de R$ 32,8 milhões, sendo R$ 24,5 milhões do Governo Federal e R$ 7,1 milhões como contrapartida do Estado, que também disponibilizou os terrenos para construção.
As novas moradias beneficiarão comunidades indígenas, assentadas, ribeirinhas e famílias organizadas por entidades sociais nos municípios de Bonito (114 casas), Anaurilândia (14), Ladário (13), Ponta Porã (35), Bela Vista (43) e Miranda (30).
“Essas moradias representam dignidade e a chance de enxergar um novo horizonte. Estamos somando forças com prefeitos, o governo federal e a sociedade civil para transformar a vida de quem mais precisa”, afirmou o governador Eduardo Riedel (PSDB).
249 novas moradias contratadas (julho/2025)
1.300 unidades já em execução no Estado
Total de 2.077 moradias formalizadas nas modalidades Rural e Entidades
Investimento acumulado de R$ 246,4 milhões nas políticas habitacionais do Estado
48 m² de área construída
Padrão superior ao modelo urbano
Implantação em áreas rurais e aldeias indígenas
A diretora-presidente da Agehab, Maria do Carmo Avesani Lopez, destacou que as casas atenderão famílias em situação de maior vulnerabilidade:
“Principalmente nas comunidades indígenas, o impacto será imenso. Muitas moram em condições extremamente precárias. Essa entrega é sinônimo de dignidade e qualidade de vida.”
Representando a ministra Simone Tebet, o secretário de Articulação Institucional do Ministério do Planejamento, João Villaverde, afirmou:
“Governo federal, estadual e prefeituras atuando juntos demonstram o poder do investimento público focado em quem mais precisa.”
A deputada federal Camila Jara (PT) ressaltou o caráter social da habitação:
“Ter um trabalho, mas não ter onde morar, é viver sob insegurança. Essas casas são a concretização de uma política pública essencial.”
O superintendente da Caixa Econômica Federal, Augusto César Merey, reforçou que o sucesso do programa depende de parceria entre governos, entidades e empresas: “Cada casa representa um esforço coletivo para combater o déficit habitacional.”
Segundo o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), cada casa construída gera pelo menos cinco empregos diretos, fortalecendo a economia local dos municípios contemplados.
Mesmo com os avanços, o déficit habitacional de Mato Grosso do Sul ainda é de aproximadamente 70 mil moradias, segundo a Agehab. A meta do governo é manter o ritmo de contratações e ampliar o atendimento a populações vulneráveis, com foco em indígenas e agricultores familiares.
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