Campo Grande (MS), Sexta-feira, 10 de Abril de 2026

Polícia / Cidade

Homem morre após passar mal durante show do Guns N’ Roses em Campo Grande

Leandro Pereira Alfonso, de 46 anos, fazia venda de água como renda extra no Autódromo e foi homenageado por familiares e amigos nas redes sociais

10/04/2026

06:45

DA REDAÇÃO

©DIVULGAÇÃO

A morte de Leandro Pereira Alfonso, de 46 anos, durante o show da banda Guns N’ Roses, na noite de quinta-feira (9), no Autódromo Internacional de Campo Grande, comoveu familiares, amigos e pessoas próximas que passaram a prestar homenagens nas redes sociais. Ele havia completado 46 anos apenas dois dias antes.

Segundo informações apuradas, Leandro passou mal enquanto trabalhava no local do evento, onde fazia uma renda extra vendendo água. Embora estivesse atuando como vendedor ambulante naquela noite, ele não exercia a atividade como profissão fixa. Nas redes sociais, consta que trabalhava como supervisor de uma empresa de telecomunicações e também empreendia na área de gastronomia.

De acordo com a 6ª Companhia Independente da Polícia Militar (6ª CIPM), a viatura foi acionada por volta das 22h50 para atender a ocorrência. No local, os policiais atuaram em conjunto com uma equipe do Corpo de Bombeiros, que já prestava atendimento. A suspeita inicial é de que Leandro tenha sofrido um mal súbito.

Ainda conforme as informações, houve tentativa de reanimação, mas ele não resistiu e morreu nas imediações do autódromo. A perícia chegou a ser acionada, mas foi dispensada após a constatação da morte pela equipe de socorro.

A morte provocou forte repercussão nas redes sociais. Leandro foi lembrado como uma pessoa de fé, dedicada à família e muito querida entre amigos. Ele integrava a comunidade católica Boa Nova, na Vila Marli, e deixa a esposa e dois filhos.

Em uma das homenagens publicadas, a companheira escreveu uma mensagem de despedida, prometendo seguir firme e cuidar dos filhos. Amigos também destacaram a trajetória de Leandro na igreja, sua postura acolhedora e o impacto que teve na vida de pessoas próximas.

Uma amiga o definiu como “um amigo legal” e “confidente”, relembrando momentos marcantes vividos ao lado dele. Outro amigo ressaltou o papel de liderança e fé exercido por Leandro, afirmando que ele cumpriu seu propósito de vida e deixou um legado de amor e dedicação cristã.

A noite do show também foi marcada por problemas de mobilidade no entorno do autódromo. Com registros de congestionamento superior a 10 quilômetros, parte do público enfrentou dificuldade para chegar ao evento. Fãs relataram demora excessiva, desorganização no acesso e perda de parte da apresentação da banda.

Testemunhos colhidos no local apontam frustração de espectadores que saíram com antecedência, mas ficaram retidos no trânsito. Houve reclamações sobre o afunilamento das pistas e a falta de medidas mais eficazes para facilitar o fluxo de veículos até o autódromo.

Enquanto o público ainda tentava chegar ao show, a morte de Leandro Pereira Alfonso transformou a noite de entretenimento em um episódio de tristeza para familiares, amigos e pessoas que conviviam com ele em diferentes áreas da vida profissional, religiosa e pessoal.


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