Campo Grande (MS), Terça-feira, 21 de Maio de 2024

LUTO

Menino de 10 anos morre após ser picado por escorpião em MS, diz laudo médico

Morador de Batayporã, José Guilherme Maracci foi internado em Nova Andradina, e morreu a caminho do Hospital da Vida, em Dourados.

11/12/2023

20:12

G1

José Guilherme Maracci, de 10 anos. — Foto: Reprodução

José Guilherme Maracci, de 10 anos, morreu no domingo (10), horas depois de ser internado no hospital de Nova Andradina (MS). De acordo com o laudo de morte da criança, expedido pela unidade de saúde, ele faleceu após ser picado por um escorpião.

O menino morava em Batayporã (MS) e as informações do laudo foram confirmadas pelo prefeito da cidade, Germino Roz (PSDB). A mãe da criança o levou para o pronto socorro da cidade no sábado (9) e de lá, foi encaminhado para Nova Andradina, onde precisou ser intubado.

Durante a madrugada, a equipe médica decidiu encaminhá-lo para o Hospital da Vida, em Dourados, mas José morreu durante o caminho.

José Guilherme foi a quarta criança a morrer pela picada de escorpião neste ano, em Mato Grosso do Sul.

Medidas contra o escorpião

Para evitar acidentes com escorpião, siga as recomendações:

  • Uso de água sanitária nos ralos e frestas de portas;
  • Instalação de barreiras mecânicas nas portas;
  • Evitar o acúmulo de entulhos;
  • Fechar frestas e rachaduras nas paredes, evitando que o animal entre nas residências;
  • Manter o ralo do banheiro fechado após o banho;
  • Manter as caixas de gordura bem vedadas.

Caso ocorra um acidente, lave o local da picada com água e sabão. A vítima deve procurar, imediatamente, a unidade de saúde mais próxima para melhor atendimento. Na unidade de saúde o paciente fica em observação e é avaliado quanto a gravidade do quadro.

Além disso, se matar um escorpião, se possível, recolha e leve ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de seu município para auxiliar na identificação e medidas de prevenção e controle da espécie na sua cidade.

Em Mato Grosso do Sul, a secretaria estadual de Saúde oferece o serviço do Centro de Informação e Assistência Toxicológica (Ciatox), que ajuda com suporte técnico-científico, orientação, conduta em toxicologia clínica e notificação. Para entrar em contato, ligue nos telefones: (67) 3386-8655 e 0800-722-6001 e 150.


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