Política / Eleições
Pesquisa mostra empate técnico entre Reinaldo, Contar e Nelsinho ao Senado em MS
Levantamento do Instituto Ranking ouviu 2 mil eleitores entre 1º e 6 de junho e aponta disputa equilibrada dentro da margem de erro
07/06/2026
08:15
DA REDAÇÃO
©REPRODUÇÃO
A disputa por uma das vagas ao Senado por Mato Grosso do Sul aparece equilibrada em nova pesquisa divulgada pelo Instituto Ranking neste domingo. O levantamento aponta empate técnico entre Reinaldo Azambuja (PL), Capitão Contar (PL) e Nelsinho Trad (PSD) na maioria dos cenários avaliados.
No primeiro cenário estimulado, Reinaldo Azambuja aparece numericamente à frente, com 21% das intenções de voto. Logo em seguida estão Capitão Contar, com 20%, e Nelsinho Trad, com 19,40%. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, os três candidatos estão tecnicamente empatados.
Na sequência do mesmo cenário aparecem Vander Loubet (PT), com 10%, e Soraya Thronicke (PSB), com 9%. Também foram citados Daniel Júnior (Agir), com 2%, Roberto Oshiro (Novo), com 0,4%, e Beto do Movimento (PSOL), com 0,2%.
O levantamento também registrou 9% de eleitores que declararam voto nulo e 10% que disseram não saber ou preferiram não responder. Esses índices mostram que uma parcela relevante do eleitorado ainda não definiu posição na disputa.
Além desse cenário, o Instituto Ranking testou outras três composições para a eleição ao Senado. Em todos os modelos apresentados, a disputa aparece concentrada entre os nomes mais conhecidos do eleitorado sul-mato-grossense, com variações dentro da margem de erro em parte das simulações.
A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre os dias 1º e 6 de junho. A margem de erro informada é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi registrado sob o número MS-06874/2026.
O resultado indica um quadro ainda aberto para a corrida ao Senado em Mato Grosso do Sul. Com empate técnico entre os principais colocados e presença de eleitores indecisos, a disputa tende a depender da formação de alianças, do desempenho das pré-campanhas e da capacidade dos candidatos de ampliar apoio nas diferentes regiões do Estado.
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