Campo Grande (MS), Terça-feira, 31 de Março de 2026

Política / Eleições 2026

Frederico Felini deve deixar secretaria e assumir articulação da campanha de Riedel à reeleição

Titular da Administração é apontado como nome mais cotado para coordenar a estratégia eleitoral do governador em 2026

30/03/2026

20:00

DA REDAÇÃO

©DIVULGAÇÃO

O secretário estadual de Administração, Frederico Felini, deve deixar o comando da pasta para assumir papel central na estrutura política do governador Eduardo Riedel (PP) nas Eleições de 2026. Nos bastidores do governo, ele é apontado como o nome mais cotado para coordenar a campanha de reeleição do chefe do Executivo estadual.

A movimentação ocorre no contexto das mudanças exigidas pelo calendário eleitoral e da reorganização do primeiro escalão do governo de Mato Grosso do Sul. Reportagens publicadas nesta segunda-feira, 30 de março de 2026, indicam que Felini está entre os integrantes da administração estadual que deixarão suas funções neste período e que, no caso dele, a saída não está ligada a candidatura própria, mas à atuação na engrenagem partidária e eleitoral do grupo de Riedel.

Braço direito do governador, Frederico Felini é visto como um quadro de confiança da atual gestão e tem perfil considerado técnico e discreto. A expectativa dentro do grupo governista é que sua experiência administrativa e seu conhecimento detalhado das entregas do governo em diferentes municípios sirvam de base para uma campanha focada em resultados, eficiência e modernização da máquina pública.

Além do trabalho de comunicação da gestão, a eventual ida de Felini para a coordenação eleitoral também é interpretada como uma tentativa de fortalecer a articulação entre os partidos aliados e dar unidade ao grupo político que sustentará a candidatura de Eduardo Riedel. A missão, nesse desenho, inclui organizar a estrutura regional da campanha, alinhar interesses partidários e ajudar a consolidar palanques no interior do Estado.

A saída do secretário da SAD também deve abrir espaço para ajustes no núcleo administrativo do governo no último ano do mandato. Segundo declaração atribuída ao próprio Felini, os secretários-adjuntos deverão assumir interinamente as pastas deixadas pelos titulares que sairão para a disputa eleitoral ou para funções políticas.

Com isso, a movimentação em torno de Frederico Felini reforça que o governo Riedel já entrou em fase de preparação eleitoral, buscando combinar a vitrine administrativa da gestão com uma estrutura política mais organizada para a disputa de 2026.


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