Economia / Assistência Social
Caixa paga Bolsa Família para beneficiários com NIS final 7 nesta terça-feira (24)
Valor médio do benefício chega a R$ 690,01 com adicionais; programa atende 18,84 milhões de famílias em fevereiro
24/02/2026
08:00
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
A Caixa Econômica Federal realiza nesta terça-feira (24) o pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) final 7.
O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas, com os adicionais previstos no programa, a média paga às famílias neste mês sobe para R$ 690,01. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o programa atende 18,84 milhões de famílias, com investimento total de aproximadamente R$ 13 bilhões em fevereiro.
Além do valor base, o programa prevê benefícios complementares:
Benefício Variável Familiar Nutriz: seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até seis meses;
R$ 50 adicionais para gestantes e nutrizes;
R$ 150 por criança de até 6 anos;
R$ 50 por filho entre 7 e 18 anos.
O calendário tradicional mantém os pagamentos nos últimos dez dias úteis de cada mês, conforme o número final do NIS. Informações sobre valores e datas podem ser consultadas pelo aplicativo Caixa Tem, que também permite o acompanhamento da conta poupança digital.
Na última quinta-feira (12), beneficiários de 171 municípios em oito estados receberam o pagamento de forma antecipada, independentemente do NIS.
Foram contempladas cidades do:
Rio Grande do Norte (122 municípios) – afetadas pela seca;
Bahia (14);
Paraná (12);
Sergipe (11);
Roraima (6);
Amazonas (3);
Piauí (2);
Santa Catarina (1).
As localidades enfrentam situações de estiagem, chuvas intensas ou vulnerabilidade de povos indígenas. A lista completa pode ser consultada na página oficial do ministério.
Desde 2024, beneficiários do Bolsa Família deixaram de ter desconto referente ao Seguro Defeso, mudança prevista na Lei 14.601/2023, que reestruturou o programa.
O Seguro Defeso é destinado a pescadores artesanais impedidos de trabalhar durante o período da piracema. A nova regra impede a compensação automática do benefício.
Em fevereiro, 2,51 milhões de famílias estão enquadradas na chamada regra de proteção. A medida permite que famílias que aumentaram a renda continuem recebendo 50% do benefício por período determinado, desde que cada integrante tenha renda de até meio salário mínimo.
A partir de 2025, o tempo de permanência na regra foi reduzido de dois anos para um ano, mas a mudança vale apenas para quem ingressou no modelo de transição a partir de junho de 2025. Famílias que aderiram até maio continuam com o prazo anterior de dois anos.

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