Campo Grande (MS), Sexta-feira, 17 de Abril de 2026

Política / Infraestrutura

Paulo Duarte cobra placa com nome oficial do aeroporto de Campo Grande

Deputado pediu à Aena que identifique o terminal como Aeroporto Internacional Ueze Elias Zahran, nome definido por lei federal desde 2021.

17/04/2026

16:00

DA REDAÇÃO

©DIVULGAÇÃO

O deputado estadual Paulo Duarte (PSDB) apresentou na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul uma indicação para que a Aena Brasil instale no terminal da Capital a identificação oficial do Aeroporto Internacional de Campo Grande. O pedido foi apresentado durante a sessão ordinária de terça-feira, 14 de abril de 2026, no plenário Júlio Maia.

A cobrança parte de um ponto simples: embora o aeroporto tenha recebido oficialmente o nome de Aeroporto Internacional Ueze Elias Zahran por meio da Lei Federal nº 14.224, de 18 de outubro de 2021, ainda não há, segundo o parlamentar, sinalização visível no local com essa denominação.

Na justificativa encaminhada à concessionária, Paulo Duarte afirma que a ausência da placa esvazia, na prática, uma homenagem já reconhecida em lei. O nome de Ueze Elias Zahran foi aprovado pelo Congresso em projeto de autoria do senador Nelsinho Trad, e passou a ser a denominação oficial do terminal de Campo Grande desde a sanção da norma federal.

Ao defender a instalação da identificação, o deputado ressaltou a importância histórica do empresário para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. Ueze Zahran teve atuação de destaque em diferentes áreas da economia e se consolidou como um dos nomes mais influentes da trajetória empresarial do Estado.

A cobrança também foi repercutida na imprensa local, que destacou que, mesmo passados quase cinco anos da oficialização, o aeroporto segue sem exibir de forma clara o nome do homenageado em sua fachada ou em outra sinalização de destaque.

Com a indicação, Paulo Duarte pressiona a concessionária responsável pela administração do terminal a adequar a identificação do espaço ao que já está previsto na legislação federal. A medida, embora simbólica, recoloca em evidência a execução prática de homenagens oficiais já aprovadas, mas ainda não materializadas no espaço público.


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